20 riscos da vida de jornalista
1. Risco de pautas nebulosas e oscilações de humor no decorrer do dia.

2. Risco de desenvolver TJC (Transtorno Jornalístico-Compulsivo), como reler a matéria quinhentas vezes.

3. Risco de ser riscado do mapa pelo crime organizado.

4. Risco de encontrar uma bala perdida no meio de uma pauta.

5. Risco de ver anunciante escroto pedir sua cabeça numa bandeja.

ADRIANO DUARTE quinta-feira, 4 de abril de 2013
40 neuras clássicas do jornalista


1. Será que vai dar tempo de fechar a matéria?



2. Será que eu não me esqueci de fazer nenhuma pergunta?



3. Será que eu consigo um emprego quando me formar?



4. Será que o meu texto ficou bom?



5. Será que alguém me ouve às 5 da manhã na rádio?

ADRIANO DUARTE
Xuxa e a Pedofilia
Não há sentido em esconder das pessoas mais próximas que se foi abusado sexualmente quando criança e de repente soltar a acusação em rede nacional como se o telespectador fosse aquele amigo de infância em quem se deposita confiança. Não Xuxa, não colou.

ADRIANO DUARTE quinta-feira, 14 de março de 2013
Imagens do Blogger

ADRIANO DUARTE domingo, 10 de março de 2013
OS PIORES ERROS DOS CANTORES EVANGÉLICOS

Como músico percebo muito a qualidade dos músicos da igreja, a melodia, a linha de baixo, o riff da guitarra e etc. Sendo assim, também não poderia deixar passar em branco o trabalho dos vocalistas. Enumero aqui alguns problemas com os cantores brasileiros à título de aprimoramento, uma critica construtiva.



Um dos erros mais comuns é a influência. Influência não significa plágio. Influencia é quando um músico admira um outro músico e começa a compor, cantar ou tocar “na linha” do admirado. Aqui, o que vemos é plágio. Todo homem canta igual ao André Valadão, Alex Gonzaga ou Kleber Lucas e toda mulher igual a Ana Paula Valadão, Cassiane ou Aline Barros. É desgastante ouvir plágio.O mundo evangélico precisa de originalidade. Tenha suas influencias, mas cultive seu próprio estilo.


Outro erro muito comum é a postura. A maioria dos cantores evangélicos se comportam como artistas e não como servos. A postura é a de um ídolo e não de um irmão que recebeu um talento. Isso é decisivo para a comunicação do Evangelho através da música. A forma como você conduz seu ministério contagia ou afasta pessoas de Cristo.


Achar que barulho é sinal de relevância. Alguns cantores acham que incitando o povo a fazer barulho, levando-os a histeria coletiva estarão promovendo um mover de Deus. Isso não é verdade. Barulho não é sinal de relevância. Nosso culto precisa ser racional, isso é, lógico. Precisa ser inteligível. A gritaria é extravasar de emoção e não sinal de espiritualidade.


Tratar irmãos e irmãs como fãs. Cantor evangélico não pode alimentar idolatria nas pessoas, mas precisa ser exemplo de simplicidade e serviço. Hoje, as notícias que temos são as piores. cantores que saem do “show” e rumam pro motel com suas fãs, cantores que esnobam as pessoas que querem conversar com eles e por aí à fora.


O erro clássico do cantor evangélico é negociar seu talento. Em nome da fama e do dinheiro ele deixa a gravadora mexer na essência de sua composição e até ditar a composição que ele deve gravar. Alguns chamam isso de profissionalismo, eu chamo de falta de personalidade. Além disso cobram cachês astronômicos para ministrar. Na minha igreja não tem vez… Se quiser, expõe o CD e o que vender, vendeu.


Pois é, esses são apenas alguns dos erros mais comuns entre os cantores evangélicos, existem muitos outros, mas resolvi expôr apenas esses.


E no mais, tudo na mais santa paz!






Por: Púlpito Cristão

ADRIANO DUARTE segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013